Lago Kawaguchiko – Para viver o melhor da natureza do Monte Fuji

Quando decidimos incluir o Japão no nosso roteiro da nossa Grande Viagem, tínhamos a certeza de que queríamos visitar o Monte Fuji, afinal amamos montanhas e queríamos subir até o topo!

Para subir o Monte Fuji

Pesquisa daqui, pesquisa dali, descobrimos que o Monte Fuji só fica aberto para subida ao topo entre junho e setembro, quando o clima é mais ameno e não há tanto risco de pegar temperaturas muito baixas e neve. Como chegaríamos lá no fim de outubro, não daria mais para subir. Até encontrei um pessoal que supostamente organiza subidas fora de temporada (com a devida comunicação à prefeitura, tudo certinho), o Fujiyama Guides, mas os guias estavam no Canadá. Se você quiser, se programe para essas datas. Falei com algumas pessoas que subiram e todas disseram que é razoavelmente fácil, que é essencial ter roupas apropriadas para temperaturas negativas (mesmo no verão) e que você deve estar preparado para talvez não ter aquele momento de paz no topo de uma das montanhas mais marcantes do mundo, afinal, todo mundo quer chegar ao topo!

Decidimos então procurar um lugar onde pudéssemos viver o Monte Fuji de alguma forma mais conectada à natureza. Não queríamos apenas procurar um viewpoint e, talvez, se tudo desse certo, voltar com uma foto.

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji

O Fujisan é assim: lindo!

Os 5 Lagos do Monte Fuji e como chegar

Descobri os 5 lagos que circundam o Monte Fuji: Kawaguchiko, Saiko, Yamanakako, Shojiko and Motosuko, todos lindos e cheios de lugares maravilhosos, bons hotéis e vistas estonteantes do Fujisan. Optei por ficar em um deles, o Lago Kawaguchiko, que acabou sendo a nossa primeira parada no Japão.

Pensamos muito sobre essa ideia de ir direto para lá depois de um vôo de 28hs, mas montar um roteiro pelo Japão gira em torno da limitação de dias do JR Pass, já que os dias do passe começam a contar no dia que você inicia a utilização e são corridos independentemente de você utilizá-lo ou não, é imprescindível calcular bem como você vai viajar pelo país (afinal, não é barato e ninguém está rasgando dinheiro por ai). No fim de muitas contas, achamos que valeria a pena ir direto, pois chegamos de manhã em Tokyo e conseguiríamos descansar o resto do dia e também aproveitar os 2 dias seguintes.

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji

Monte Fuji visto de um canto remoto do Lago Kawaguchiko.

A chegada ao Japão foi bem menos impactante do que imaginei que seria. Passar pela imigração, trocar o passe do JR Pass e pegar o monorail já com as instruções de como chegar à Kawaguchiko Station foi muito tranquilo.

A viagem até o lago foi muito fácil, embora seja bem cansativa: com o JR Pass pegamos o Monorail no aeroporto até  Hamamatsuchõ, onde fizemos uma baldeação para a Yamanote Line, do metrô. De lá, fomos até a estação Shinjuku, onde fizemos uma baldeação para a Chuõ Line (laranja – 11) até a estação Õtsuki. Chegando em Õtsuki, pegamos um trem local para a Kawaguchiko Station. Esse último trem não é da linha JR e, portanto, pagamos por ele (USD 11).

Com esse rolê todo, demoramos 4hs para chegar à estação Kawaguchiko! Mortos de fome, diante de um dia frio, totalmente nublado, ameaçando chover e já cansados de carregar os mochilões, entramos no primeiro restaurante que encontramos, bem em frente à estação.

O melhor restaurante do Lago Kawaguchiko

O Hotô Fotô ou Hotou Fotou (não sei bem qual a diferença, mas vi escrito das 2 formas) é um restaurante de um prato só: ramen, noodle ou sopa de legumes com macarrão, como você preferir. O Udon, o macarrão que é usado na sopa, é caseiro e isso faz muita diferença! Tem umas 3 opções (nesse da estação), mas vai como todo mundo e pede o de legumes, que é a especialidade da casa. Vem numa panelinha fumegando e cai como um abraço por dentro. Custa mais ou menos USD 10 e é super rápido. Eu e o Gabri dividimos e ficamos satisfeitos, mas a maioria das pessoas come um sozinho. Além disso, o restaurante é bonitinho, com uma cara bem japonesa.

Existe outro deles, já falo abaixo. Aqui próximo da estação esse é, sem dúvida, a melhor opção para comer. Outros restaurantes melhorzinhos você só vai encontrar próximos das paradas 12 a 15 e 17 a 19, mas o Hotô Fotô é uma unanimidade local.

Expressinha Ásia Japão Udon

Udon maravilhoso do Hotô Foto!

Guesthouse Minori-an – um lugar para levar no coração

Com as energias renovadas, partimos para a Guesthouse Minori-an, que ficava do outro lado do lago e foi escolhida justamente por ficar num dos pontos mais bonitos e por ser uma casa japonesa de verdade. Para chegar até lá poderíamos pegar um ônibus regular (por USD 6 válido pelo dia) ou o sightseen bus (por USD 12 válido por 2 dias). Fomos de sightseen e nossa parada era a última.

Pelo trajeto fomos conhecendo o lago e descobrindo bairros, atrações, o lado balneário (existe um trecho bem pop que imagino que fique lotado no verão), o lado mais inabitado e finalmente chegamos ao Oishi Park, nossa parada. Depois de uma caminhada de 3 minutos, chegamos à Minori-an Guesthouse, da fofíssima Miki.

Confesso que tinha uma certa dúvida se tinha feito boas escolhas, tanto de ir para Kawagushiko (ao invés de Hakone, o destino mais comum para quem quer ver o Fujisan) quanto de ficar lá no cantão do lago, mas como valeu a pena!

Nosso quarto era em estilo japonês com tatame, futon, mesinha no chão e janelas lindas de madeira, com portas de papel de arroz. Era super grande e extremamente confortável. Lindo, típico e gostoso: perfeito para a nossa primeira parada.

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji Nemba

Quarto imenso e típico japonês! Foto: Guesthouse Minori-an no Booking.

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji

Mesinha com cobertor que aquece! Tem que tomar um chá pelo menos! Foto: Guesthouse Minori-an no Booking.

A casa, que é onde a própria Miki mora na maior parte do tempo, fica numa vizinhança bem típica do interior e foi muito gostoso ver como as pessoas por ali vivem. Se olhávamos pela janela víamos os vizinhos passeando com os cachorros, cuidando de suas hortas, secando suas roupas. Sem falar na vista para o Fuji da janela do nosso quarto e para as lindas montanhas atrás do nosso pequeno bairro. Para nós foi bem mais legal do que ficar num resort ou na região mais turística da cidade a ponto de eu já me imaginar morando ali também! Me senti em casa.

Como se não fosse o bastante, a Miki foi a pessoa mais doce possível! Certamente ela já tem aquela personalidade acolhedora, educada e simpática, mas como por um erro de planejamento chegamos 1 dia depois do previsto, ela ficou com um pouco de pena de nós e se desdobrou em esforços para nos ajudar a aproveitar ao máximo o tempo que nos restou. Até nos serviu um jantar!!! Jantar este descrito por ela como “uma simples refeição japonesa”, mas descrito por mim como maravilhoso, de comer com os olhos e com a boca. Nunca comi um tofu tão bom. Na verdade acho que nunca comi um tofu bom até aquele dia. Aliás, acho que nunca comi tofu, porque o que ela serviu não parecia com nada que já comi até então. Esse tofu aqui derretia na boca, servido fervendo num molhinho de misso delicioso. (depois descobri que era um sesame tofu e viciei!).

Japão Lago Kawaguchiko Guesthouse Minori-an

A Guesthouse Minori-an e sua vizinhança de montanhas e pessoas tranquilas!

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji

Varandinha de onde a Miki fica vendo a dança das nuvens em torno do Monte Fuji.

Ela foi muito gentil em nos servir o jantar, que não está incluso na diária, porque o dia estava pavoroso e não há muitas opções ali bem perto da Guesthouse. Teríamos que andar um pouco ou pegar o ônibus e descer uns 2 pontos depois. Era perto, mas depois de uma longa viagem ficar ali no quentinho comendo comida caseiro foi o céu!

A Miki também alimenta esse blog com informações sobre a Guesthouse e sobre Kawaguchiko, dá uma olhada porque é super útil!

Eu recomendo muito essa Guesthouse, que é incrível, mas se você quiser ficar em algum lugar mais agitado, pode escolher algum hotel que fique na altura das paradas 12 a 15 do sightseen bus. Algumas opções são: Hotel Koryu, Kozantei Ubuya, Hotel Asafuji, todos um pouco caros, mas certamente maravilhosos. Na altura da ponte também ficam concentrados vários hotéis como o  Kawaguchiko e o Onsen Konanso, um dos muitos onsens da região, onde você pode se hospedar ou apenas passar o dia.

A Miki nos disse que alguns hóspedes mal veem a cidade, ficam lá curtindo o quarto. Achei que fazia sentido. Quando chegamos o dia estava tão medonho que nem mesmo sabíamos em que direção estava o Monte Fuji, não dava para ver nada. Para não dormirmos à tarde e tentarmos já acostumar ao fuso, decidimos fazer uma caminhada mesmo com chuva. Era possível reconhecer que o lugar era lindo, mas estava tudo cinza, frio e úmido. Voltamos para o quarto com os ossos gelados e precisamos ligar todos os aquecedores do quarto, até o do cobertor da mesinha (tem isso, juro!).

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji

Dia da chegada: frio, chuva, nuvens por todo lado…

Parecia que nosso pouco tempo ali seria como o de alguns outros hóspedes: curtir o quarto, pois embora a previsão do tempo dissesse que o dia seguinte seria de puro sol, era difícil acreditar.

Sabendo que o Fuji costuma dar o ar da graça somente em umas poucas horas do dia, normalmente pela manhã, nos preparamos para acordar com o nascer do sol. Às 5hs estávamos na nossa janelinha, vendo apenas um pedaço do Fujisan que ainda não tinha sido engolido por uma nuvem cinza gigante. Parecia uma neblina, mas cinza escura e à perder de vista. O dia seria mesmo sem Fuji, sem sol, com chuva e com cinza para todo lado….

Voltamos à dormir e não é que às 8hs sou acordada por um sol queimando meu rosto e me dizendo que ele não estava ali para brincadeiras! Do nada, todas as nuvens sumiram. Todas!

Japão Lago Kawaguchiko Guesthouse Minori-an

Vista maravilhosa da nossa janela!Diga oi, Monte Fuji.

Assim que saímos do quarto a Miki veio nos encontrar super feliz pelo dia maravilhoso que estava fazendo. Sério, ela estava quase tão eufórica quanto nós! Nos contou que nos últimos 2 meses não se via um dia tão aberto quanto este e que naquela manhã tinha nevado no cume do Fuji pela primeira vez no ano. É difícil explicar o quanto nos sentimos abençoados! Tínhamos apenas esse dia para curtir esse lugar maravilhoso e fez o dia mais perfeito possível.

O que fazer no Lago Kawaguchiko

Assim, saímos em disparada com o mapa numa mão e a câmera na outra. Primeiro, fomos até a plantação de ragsweed, uma plantinha vermelha meio curiosa, que era bem em frente à nossa casa. Como era cedinho, ainda tinha uns poucos gatos pingados por ali (todos se sentindo os fotógrafos mais profissionais do mundo, um inclusive com uma grande formato incrível).

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji

Plantação de rasgweed à beira do Monte Fuji!

De lá refizemos a caminhada do dia anterior pela orla do lago. Tudo tão vivo, as flores brilhando, os patos cantando, agora tudo o que era apenas uma promessa estava na mais pura beleza.

Visitamos o Kawagushi Asama Shrine, um templo local um pouco fora do circuito turístico por recomendação da Miki – que nos disse que era muito simples e pequeno comparado, principalmente, ao que veríamos em Kyoto – mas que nós achamos uma graça. Simples e verdadeiro, como gostamos das coisas mesmo. Um santuário xintoísta de reconhecimento às fontes da natureza e de reverência ao Fujisan. Assim mesmo, Monte Fuji como um Deus. Aproveitei e agradeci pelo #perfectday que mandaram para nós.

Depois almoçamos no outro Hotô Fotô, o da rua do templo. Aqui o cardápio era ainda mais enxuto e direto – pede seu ramen de legumes e ponto final. Quase não se via turistas. Igualmente gostoso e mais uma vez nos fazendo sentir que fazíamos parte daquele lugar.

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji

Caminhada pela Orla do Lago Kawaguchiko.

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji

Vista do Monte Fuji dos muitos viewpoints do Lago Kawaguchiko!

Por fim, pegamos novamente o sightseen bus e passeamos por todo o entorno do Lago Kawaguchiko e pelo Lago Oiko. Gente, cada curva e você pensa que delícia que deve ser morar ali ou pelo menos passar uma temporada tranquila. Além dos lagos serem ótimos para todo tipo de coisas na água (vela, caiaque, pedalinho, etc…) as montanhas tem trilhas que eu gostaria de ter feito e vários pontos com vistas maravilhosas para ficar lá sentado e pensando na vida ou, como gosta de fazer a Miki da sua varanda, para observar as nuvens, “porque o Fuji é sempre o mesmo, mas cada dia ele é abraçado por nuvens diferentes que fazem com que nenhum dia tenha uma vista igual à dos outros”.

Fechamos o passeio na vila Nemba, uma vila ancestral no meio das montanhas. Foi legal imaginar como as pessoas resolveram viver ali, naquele lugar tão lindo, mas também tão afastados, e ver como eram feitas as casas, que tem um telhado em forma de capacete de samurai. Sem falar no Fuji, que continuava ali de olho na gente. Mas a vila é bem turística, é preciso pagar para entrar (USD 3,5) e quase todas as casas hoje são lojinhas, mas com coisas bacanas: artesanato, incensos, noodles, chás. Dá para levar uma lembrancinha bacana.

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji Nemba

Fanília à caráter para tirar fotos no cartão postal do Japão.

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji Nemba

Casas da Vila Nemba com o Fujian de olho!

Japão Lago Kawaguchiko Monte Fuji Nemba

Casas e caminhos da Vila Nemba

Ali bem perto fica o Highland Park, um parque de montanhas russas de frente pro Fuji. Como tenho tipo zero interesse nessas coisas, não sei dar informações, mas para quem gosta acho que pode ser um passeio bem legal.

Também é possível fazer um passeio de barco pelo lago, mas achei bem pega-turista e há vários museus, que não visitamos.

Para mim o grande lance é caminhar ou andar de bike (inclusas na diária da Guesthouse) pelo lago, se der subir no Rope Away (uma espécie de teleférico), fazer uma trilha ou andar de caiaque, coisas normais e muito gostosas.

Uma coisa que eu gostaria de ter feito, mas não deu, é visitar a Chureito Pagoda, que dizem que é linda e ainda tem uma vista muito fotográfica do Monte Fuji. Na verdade ela fica 2 estações antes de Kawaguchiko, mas é fácil de ir numa manhã. Como perdemos um dia, decidimos que vai ficar para a próxima.

Nós estivemos lá no outono e embora tivesse um grande fluxo de visitantes, principalmente japoneses, não estava lotado como imagino que deve ficar no verão. No inverno deve ser meio morto, porque segundo a Miki, faz muito frio.

Como ir do Lago Kawaguchiko para Kyoto

De lá seguimos para Kyoto. Apesar de termos o JR Pass, nos sugeriram que fôssemos de ônibus até Mishima e de lá pegássemos o trem para Kyoto. Esse ônibus custava USD 20 por pessoa, mas como tínhamos que pegar o trecho do trem local por USD 10, voltar sentido Tokyo (contrário à Kyoto) até Yokohama para somente lá pegar o trem rumo a Kyoto, achamos que 1h30 e 3 baldeações a menos valeriam a pena esse gasto.

Japão Lago Kawaguchiko

Sol banhando o dia e me fazendo amar Kawaguchiko!

Arrisco dizer que Kawagushiko foi o lugar que mais gostei no Japão. Pelo menos um que eu adoraria voltar e curtir com calma. Mas confesso que em viagens a ordem dos produtos altera o resultado. Como foi nossa primeira parada, numa Guesthouse maravilhosa e ainda fez aquele dia lindo que nos deixou ver o Fuji o dia inteirinho, a impressão foi a melhor possível. Talvez se fosse mais para o fim da viagem, eu não sentisse tanto amor. Não sei.

De qualquer forma, não tenho medo de dizer que vale a viagem. Mas se você não quer deixar de ver o Monte Fuji, mas prefere só fazer o famoso bate-volta de Tokyo para Hakone, vá sem medo, acho que vai ser legal também! Por fim, se preferir ir para Hakone, mas quiser uma experiência mais bacana, pode experimentar um Ryokan, um hotel típico japonês. Minhas amigas Erika e Renata estiveram no Nanpuso e recomendaram de coração.

Boa Viagem!

Shares 24

Você pode gostar...

13 Resultados

  1. Bruna Barbosa disse:

    Oi Oscar, o Japão foi um dos lugares mais incríveis que já visitei e já estou planejando a volta. É maravilhoso! E no meio do ano iremos para Hong Kong e China, quem sabe não tomamos um café juntos? Eu ia adorar pegar umas dicas ao vivo com vocês. =D

  2. Olá Bruna!

    Adoro fotografia e um dos meus maiores sonhos é fotografar o monte Fuji e toda esta paisagem deslumbrante!
    Lendo o seu post e vendo todas estas imagens lindas, fiquei com mais vontade de conhecer tudo isto!
    Parabéns pelo seu post. Certamente será muito útil para quando eu for montar um roteiro por lá (já salvei nos favoritos!). Abç

  3. Já há muito anos que ouço falar do poderoso Monte Fuji, um dos pontos mais interessantes do Japão. Adorei ler o seu texto e ver as fotos. Parabéns.

  4. Olá Bruna! Achei incrível o seu post e a riqueza de detalhes que colocou. A guesthouse que vocês ficaram foi realmente muito legal, tanto pela organização quanto pela paisagem próxima.
    Amei as fotos, principalmente as flores. Lindas!
    Parabéns!
    Abraços
    Carolina

  5. Josiane Bravo disse:

    Aww estou encantada com os detalhes e fotos deste post. Tenho uma paixão pelo Japão mesmo sem conhecê-lo, é cada paisagem maravilhosa e essa conexão com a natureza é sem dúvida um passeio perfeito. como mencionou, acho que andar de bicicleta deve ser uma delícia. A minha vontade de conhecer o Japão aumentou ainda mais depois de ler este texto, ameii.
    Beijos

  6. Que sonho deve ser uma viagem ao Japão! Esteve nos meus planos desde sempre. Obrigada pelo post!

  7. Tudo muito completo sobre essa região, ainda tenho o sonho de conhecer o Japão, e é claro incluir o Monte Fuji! Abraços

  8. Oi Bruna!
    Que riqueza de detalhes em seu post. Confesso que o Japão não está em nossa lista de prioridades, mas vc fez isso tão bem que vamos repensar..
    Bela viagem!
    Abraços.

  9. Oscar Risch - www.viajoteca.com disse:

    Oi Bruna..
    Adorei o seu post e os outros posts sobre a Asia.. Estamos ensaiando uma viagem ao Japão já faz algum tempo.. Agora morando em Hong Kong e com visto de estudante aqui que me permite aplicar para o visto japonês sem ter que ir ao Brasil vai ficar mais fácil.. Vou olhar os outros posts do blog com mais calma depois.

  10. Oi Bruna! Parabéns pelo post super completo desse passeio incrível! Também estive aí para ver o Monte Fuji, mas não tive sucesso =( Ficamos em um ryokan maravilhoso em Hakone, o Senkyoro, também super recomendo. Achei a experiência de vocês deliciosa e, realmente, foi muita sorte e providência divina terem um dia tão lindo! As fotos ficaram lindas e sei que as lembranças desse dia também o são. Beijo grande!

  11. Nunca tinha pensado em ir para o Japao, mas últimamente está dando vontade de conhecer, vou aguarda o link do seu post para ver quando a viagem estiver programada.

  12. Bruna Barbosa disse:

    Oi Erika! Estamos na Tailândia! =D
    Eu fico muito honrada em saber que vc ta pesquisando aqui, mas fui eu que me aproveitei das suas dicas e da Re! Para nós foi tudo tão diferente e novo que nem sei se posso ajudar vcs. Aliás, podemos ir junto?????
    Ainda não consegui escrever muita coisa do Japão, porque por incrível que pareça, falta tempo para organizar tudo. =D
    Nós amamos o Lago Kawaguchiko, sem dúvida nenhuma é um lugar que sua família ia adorar porque tem conforto e esportes na água e em trilhas, parque de diversões e, claro, a vista linda do Monte Fuji.
    Um outro lugar que curtimos foi Kurobe. Bom, a cidade em si não era a terceira maravilha do universo, mas é uma região de montanhas muito bonita e ficamos num onsen que além de parecer um spa muito chique em que usei todos os cremes disponíveis, tinha uma parte externa que foi tudo-de-bom-nessa-vida.
    E também fizemos uma pequena trilha entre Magome e Tsumago. Visitar Tsumago foi uma das suas dicas e essa trilha é bem fácil, sem grandes subidas nem obstáculos e apenas 8km. Dormimos num ryokan super legal em Magome e fizemos a trilha de manhã, foi uma delícia.
    Amamos Tóquio, Kyoto, Hiroshima, Osaka, mas o que mais curtimos foram esses rolês na natureza. Bom, é o que gostamos mesmo, mas lá foi muito especial.
    Ai que animação, me avisa se vc quiser mais infos!
    Beijo enorme para todos os Kogadinapoli!

  13. kogadinapoli disse:

    Olá Bru! Que lugar do mundo será que você está agora??? Li os posts do Japão e fiquei surpresa que vc nos mencionou e agora somos nós que pesquisamos novas dicas sobre o Nihon para ir com a família toda, inclusive crianças! Será que vc pode nos dar algumas? Bjao pra vc e pro Gabriel! Erika

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: