Expressinha – Lisboa

TAM e TAP tem vôos diretos, mas várias companhias voam do Brasil para lá e de outros países para lá low cost: Ryanair, Easyjet, entre outras . De trem  também é muito simples, chegando na estação Oriente ou Santa Apolônia, a primeira mais afastada, mas próxima a hotéis, a segunda mais central, mas ambas com ligações ao metrô. De ônibus  a estação é a Sete Rios. Andar de carro em Portugal também é fácil e as estradas são ótimas, sendo boa pedida inclusive para quem vem da Espanha, desde que vá voltar lá para devolver o carro. Para regiões próximas, trens suburbanos  que partem do Rossio (Sintra) e do Cais do Sodré (Cascais). Dentro da cidade, o melhor é o metrô , ônibus (737 para Praça da Figueira – Castelo de São Jorge; 070 para Jardim Zoológico – Palácio do Marquês da Fronteira e 570 para Belém – Restelo) e bonde  ou elétrico (28 para curtir todo o centro histórico e 15 para Belém).

 

 

A região da Estação Oriente tem diversos hotéis mais modernos  e é agrádavel, com o Parque das Nações, Shopping e restaurantes, mas fica afastado de todo o resto, sendo necessário sempre pegar o metrô. Na Baixa-Chiado ficam vários hotéis e hostels, em geral mais antigos, mas de todos os estilos e qualidades. Sugiro o hostel Living Lounge  na Rua do Crucifixo, nº 116, com ótimo staff, café da manhã e instalações e, para quem não liga para o excesso de simplicidade e café da manhã na pastelaria da esquina, o Inn Fashion Residence , na Rua Conceição da Glória, nº 7, ambos mais do que bem localizados.

 

 

Portugal é o paraíso da boa comida e não faltam opções em Lisboa. Quer começar pelo lado mais chique? Vá ao Martinho da Arcada , o lendário restaurante onde comia Fernando Pessoa, que fica na Praça do Comércio, ao lado do Arco da Rua Augusta. Ao lado da Casa dos Bicos fica o bonito e mais caro Taberna Moderna, mas se quiser uma tasca com boa comida, atravesse a rua e coma no “O Fernandinho” . Em matéria de tasca também cai bem a Adega dos Lombinhos, na rua dos Douradores, nº 52. Em Alfama há diversos restaurantes bem portugueses e no Parque das Nações há tudo de peixe, basta escolher. A Cervejaria Trindade , na Rua Nova Trindade, nº 20-C tem um dos melhores bacalhaus. No Bairro Alto, o Toma lá dá cá, na Travessa do Sequeiro, nº 38 está sempre cheio porque é ótimo e o Adega do Ribatejo , na Rua do Diário de Notícias, nº 23 tem fado animado ao vivo. Em matéria de doces, qualquer pastelaria é parada, mas a Confeitaria Nacional , na Praça da Figueira é parada obrigatória, assim como a Pastelaria de Belém , em Belém, onde também fica o Vela Latina, na Doca do Bom Sucesso, ótimo para o almoço.

 

 

Belém, o Castelo de São Jorge  e a Baixa-Chiado  são meus lugares preferidos. Andar pela Rua Augusta e arredores, passar pelo Arco da Rua Augusta e chegar na Praça do Comércio  é emocionante. Uma pernada de subidas e descidas em Alfama  para ver as típicas casas portuguesas pode fechar com chave de ouro.

 

 

A dica mais especial para quem vai até Lisboa é tentar ir uma vez à Belém à noite . É mais vazio, mais tranquilo e os prédios históricos e novos ficam incrivelmente lindos e quase ninguém vê. A segunda é para não cair na bobagem de ficar pouco tempo, há muito o que fazer!

 

 

Lisboa é tipicamente multicultural. É antiga e cuidada, mas moderna e maluca. Tudo ao mesmo tempo. É cosmopolita, tem gente de toda a parte, tem muitos africanos, tem muitos brasileiros, tem arte para toda parte. Um bom símbolo é o Museu de Design , ali coladinho ao Arco da Rua Augusta. Novo e velho convivendo harmoniosamente….

 

 

Lisboa merece uma bela compra de vinhos, queijos, ginjinha, azuleijos, mas tem muita coisa mais moderninha, roupas para todos os gostos, louças da linha Pessoa, que adoro. Boas compras: Praça da Figueira, Rua Augusta, Rua Garret, todas próximas ao metro Baixa-Chiado , El Corte Inglês no metrô São Sebastião, Shopping Vasco da Gama  na estação Oriente. Sugiro uma visita à Bairro Arte  na Rua das Salgadeiras, no Bairro Alto e à Nobre Povo,  na Rua Bartolomeu de Gusmão, próximo ao Castelo. Ambas tem boas compras e pessoas simpáticas. Por fim, a Sound Club Store  está cheinha de vinis nos nºs 12-20 da Rua da Misericórdia, onde você também encontra várias lojinhas retrôs e sebos. Para saber mais sobre estilo antiguinho, visite a Arqueolojista.

 

 

O contato com a natureza em Lisboa se dá pela proximidade com o Tejo, toda hora ali do lado, afinal todos os caminhos te levam à ele. E tem o mar. Verde mesmo só nos parques da cidade. O Eduardo VII é bonito, mas o mais verdinho é o Monsanto . Se quiser dar uma volta, ir até o miradouro ou ao centro da Serafina, desça na estação Jardim Zoológico e pegue o ônibus 070, que te deixa lá dentro.

 

 

Lisboa tem dezenas de Miradouros e qualquer um pode ser ótimo para um belo pôr-do-sol. Até na Praça do Comércio é bonito. O pôr-do-sol mais bonito, porém, fica mesmo no Castelo de São Jorge , que tem vista para todos os lados, em especial para o Tejo e ponte 25 de abril. Um arraso.

 

 

A noite em Lisboa fica no Bairro Alto. É só sair andando e escolher. O Mahjong  é disparado meu bar preferido, muito bom. Fica no nº 3 da Rua do Atalaia. O bar A Paródia também é bacana, mas um pouco mais fora de mão. Fica na Rua do Patrocínio, nº 26. Uma baladinha meio simpática é o Bar da Velha Senhora , meio bar, meio danceteria, meio sex shop. Fica na Rua Nova do Carvalho. Para Fado no Bairro Alto sugiro do restaurante Adega do Ribatejo , já citado, ou o Café Luso, na Travessa da Queimada, nº 10. Em Alfama opções não faltam, veja o Casa Linhares no Beco dos Armazéns do Linho nº 1, o Coração de Alfama na Travessa Terreiro do Trigo, nº 8 e o Clube de Fado na Rua de São João da Praça, nº 92.

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