Expressinha – Belo Horizonte

TAM, GOL, Webjet, Azul e Trip – atualmente é muito simples e barato ir de avião . Pode ser ainda mais se ficar ligado nas promoções. O aeroporto de Confins é um pouco afastado, mas descer lá te dá a chance de passar pela Cidade Administrativa, projetada por Niemeyer. De carro ou ônibus as distâncias são longas, as estradas ruins e no final, a conta pode sair mais cara . Se for conhecer outras cidades ou Inhotim, o ideal é alugar um carro. De qualquer forma, BH tem ônibus, metrô e táxis que podem levá-lo a qualquer parte.

 

A região de Lourdes é prática para se hospedar, já que ali se concentram lojas, bares e restaurantes e há bons hotéis na região, assim como no centro e em Savassi. Em BH ainda há alguns hosteis, como o Lá em Casa, que parece simpático e tem internet e café da manhã ali em Santa Teresa.

 

 

Só por estar em Minas Gerais Belo Horizonte já poderia ser chamada de paraíso gastronômico e tem todas as delícias mineiras: pão de queijo, doces, queijo de minas, carnes, cachaça. Mas não é só. BH tem todo tipo de cozinha e em todo lugar se come bem. Não se acanhe e prove tudo o que for possível em botecos, mesmo os mais sinistros – neles estão verdadeiros tesouros. Algumas sugestões: mercado central  – Avenida Augusto de Lima, 744; Boteco da Carne – Rua Alvarenga Peixoto, 551; A Favorita – Rua Santa Catarina, 1235; Xapuri – Rua Mandacaru, 260; Juscelino – Lagoa da Pampulha; Maria de Lourdes – Rua Bárbara Heliodora, 141; Alambique Butiquim Mineiro – Rua Pium-i, 726; Mercearia Lili – Rua São João Evangelista, 696. Na dúvida, dê uma olhada no Comida di Buteco, que não à toa teve origem ali.

 

 

O Complexo da Pampulha , além de visita obrigatória, é o lugar mais imperdível de BH. A igreja , na falta de tempo para mais nada, deve ser sua prioridade. Passar por lá sem curtir umas boas horas num boteco é imperdoável, mas acredito que o mercado central  merece até mais do que isso.

 

 

A dica mais especial para quem vai até Belo Horizonte é aproveitar qualquer brecha para uma boa conversa. Dizem que mineiro é desconfiado, quieto, mas acho que os belo-horizontinos fogem à regra e adoram conversar. Dá para entender de política à cachaça, de história à receitas culinárias. Dê atenção e seja educado.

 

 

Apesar de metrópole, Bh ainda é uma cidade mais tradicional, bem mineirinha. Já é ótimo mergulhar nessa mineirice, conhecer a história da cidade, a relação com a arquitetura, com a gastronomia. Mais do que isso? Tenho que voltar para ver .

 

 

Não saia de BH sem comprar doces, artesanato e cachaça no mercado centra l ou na feira da Afonso Pena . Mais do que isso, a cidade é um pólo de moda e não faltam shoppings e lojinhas simpáticas para serem visitados. Algumas sugestões: Balaio de gato – Rua Piauí, 1052; Amour – Rua Antônio de Albuquerque, 386; Merci – na Rua Paraíba, 1096; para encontrar algum vinil: Música Rara – Rua São Paulo, 1307; Galeria do Rock – Praça Sete, Rua Rio de Janeiro, 630 e Galeria Inconfidentes – Rua Pernambuco, Savassi.

 

 

O Parque das Mangabeiras  é o grande lugar para ter contato com a natureza, fazer uma trilha, apenas relaxar. Logo atrás está a Serra do Curral , que está protegida pelo parque e é maravilhosa, com rica fauna. Convém apenas tomar cuidado para não ficar perdido, nem se acidentar, o que é mais ou menos comum na região.

 

 

O pôr-do-sol mais bonito também fica ali, na Praça do Papa  ou no Mirante das Mangabeiras , com a cidade derramada aos seus pés. O porém fica por conta do mirante, meio descuidado e com algum lixo.

 

 

A noite em BH é num boteco à escolha. Quer mais? O Vinnil – Rua Inconfidentes, 1068 – tem ótima programação com música ao vivo, o A Obra – Rua Rio Grande do Norte, 1168 – é mais alternativo e o Café de La Musique – Rua Bárbara Heliodora, 123 – pode agradar.

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